Monday, May 30, 2011

[Youtube] 1,153,452 Views!
















O canal do
Eclectismo Musical no Youtube, que conta com 346 videos adicionados, ultrapassou a cifra de UM MILHÃO, Cento e Cinquenta Mil visualizações!! Os vídeos relativos aos Festivais: Optimus Alive '10 e Super Bock Super Rock 2010, juntamente com o concerto dos Muse de 2009 no Pavilhão Atlântico, são os principais motores destes números!



[Cover] Bon Iver no Jimmy Fallon


Com um excelente álbum novo a sair no dia 21 de Junho, Justin Vernon
aka Bon Iver esteve no programa de Jimmy Fallon e fez medley de versões, dos ícones do blues/country Bonnie Raitt e Leon Russell.

Saturday, May 28, 2011

[R.I.P.] Gil Scott-Heron (1949-2011)














Faleceu esta noite em NY aos 62 anos, Gil Scott-Heron, um dos maiores ícones da música negra. Um dia muito triste para a música. R.I.P.

Friday, May 27, 2011

[New Music] Duas músicas novas dos Arcade Fire




















No dia 2 de agosto, os Arcade Fire lançarão uma versão especial do aclamado disco
«The Suburbs», lançado no ano passado. Nesta nova roupagem do álbum, a música «Wasted Hours» terá uma versão mais longa e o CD contará com 2 músicas inéditas.

As músicas chamam-se Speaking in Tongues e Culture War. A primeira conta com a participação especial de David Byrne (ex-líder dos Talking Heads).

Nunca é demais relembrar que os Arcade Fire estarão no Festival Super Bock Super Rock no dia 15 de Julho, depois de terem em 2007 dado um dos mais memoráveis concertos já ocorridos em Portugal!

Tuesday, May 17, 2011

London Calling (Again!...and Again!)

The Clash - London Calling


Ralph McTell - Streets of London


Sunday, May 15, 2011

[ENTREVISTA] Frankie Chavez

A convite do incansável Henrique Amaro, Frankie Chavez reuniu em 2010 um conjunto de temas e lançou um EP através da iniciativa Optimus Discos (download aqui). A partir desse momento foram-se sucedendo as críticas positivas e as referências elogiosas ao seu trabalho. Sempre em formato «One Man Band», Frankie vagueia entre o Blues e o Folk de inspiração americana, ainda que com influências de outras latitudes e ambientes.

Sendo neste momento um dos nomes mais promissores da música feita em Portugal e uma das revelações do blues de origem europeia, Frankie Chavez, i.e., Joaquim Chaves, lançou recentemente o seu primeiro álbum «Family Tree» e o Eclectismo Musical esteve à conversa com o músico para ficarmos a conhecer melhor o universo deste novo nome a ter em conta na música feita em Portugal.



EM: Não é só coincidência que o teu nome artístico, para além da tradução do teu nome, remeta automaticamente para uma linha Jack Johnson ou Jason Mraz, pois não? Ainda és um surfist «cool», apesar da sonoridade mais crua, mais blues?

FC:  Coincidência ou não isto começou de uma brincadeira. Na altura em que estava a pensar começar a gravar os primeiros temas com um produtor meu amigo, começámos a pensar num nome que fosse apelativo e que fizesse sentido exportar. Pensámos "se isto fosse nos states ou na Australia como é que se chamaria?" Traduzindo o meu nome à letra ficou Frankie Chavez.
Achámos que caía bem no estilo de som que eu fazia e quando dei por mim já tinha facebook e myspace. O que é certo é que soa bem, pelo menos a mim.

Quanto ao surf: já fiz mais surf do que agora…. Agora não tenho tido muito tempo. Mas sempre que posso gosto de ir.



EM: A tocar guitarra desde os 9 anos, os Blues sempre foram a maior paixão? Como descobriste a tua veia de «cantautor»?

FC:
Comecei a tocar desde muito cedo sem nunca pensar na parte da voz. O meu gosto era mesmo a guitarra e tentava sempre fazer o que os meus guitarristas de referência como o Hendrix, Gary Moore, Jimi Page faziam. Nunca pensei vir a cantar musicas minhas. Só quando pensei que queria encontrar a minha própria sonoridade é que isso aconteceu. Comecei a tocar em bares. Tocava e cantava versões das minhas influências. Na altura era Reggae, essencialmente. Depois comecei a escrever os meus próprios temas e comecei a gostar de alguns. Foi quando pensei que algumas coisas soavam bem e que podiam vir a ser canções.


EM: Em «Family Tree» entre procura, partidas e chegadas, fica claro que a Família é o teu maior pilar?

FC:
Famiy Tree nasceu das circunstâncias. Tive 2 anos carregados de experiências pessoais fortes. Fui pai, mudei de casa 2 vezes, casei, lancei o meu primeiro EP… foram coisas que me marcaram como pessoa e que convergiram no mesmo sentido que foi o de começar uma família e de apostar num caminho que queria seguir. Foi uma época de balanço e de pensar na vida. De onde vim e para onde quero ir. Quando estava a preparar o disco escrevi o tema "Family Tree" e achei que essas duas palavras resumiam todo o álbum.


EM: Antes do EP da Optimus Discos, o projecto no formato «One Man Band» já era o que perspectivavas para a tua carreira enquanto músico, ou ponderavas repetir projectos com os Toranja?
FC: Não. O formato de One Man Band surgiu porque já tinha temas que funcionavam bem nesse formato e achei desafiante e honesto apresentá-los ao vivo assim. Com os Toranja foi uma estadia curta. Gostei bastante pois foi a primeira vez que fui para estudio mas não pensei em repetir projectos com Toranja.


EM: Qual consideras ser o «estado d'arte» da música feita em Portugal?
FC: Há muita coisa boa a aparecer neste momento:
 - Julie and the Carjackers: é uma banda com excelentes musicos e com uma sonoridade muito original para Portugal;
 - Norberto Lobo: é um excelente guitarrista;
 - Emmy Curl: tem uma visão musical da qual eu gosto muito e uma voz incrível;
 - DJ Ride: é dos melhores Djs que tenho visto;
 - Cais do Sodré Funk Connection: tocam possivelmente o melhor funk em Portugal;
 - You Can't Win Charlie Brown: a banda com melhores arranjos, a par e passo com Julie and the Carjackers
 - Stereo Addiction: dos melhores (senão o melhor) progressive nacional



















EM: Que relação tens com as novas tecnologias? Quais os canais que costumas utilizar de uma forma mais activa para comunicares com os teus fãs?


FC: Utilizo o Facebook e Reverbnation. Costumava utilizar o Myspace mas desde que mudaram o grafismo não me consigo entender com aquilo….
EM: Qual é a ordem do teu processo criativo? Tens um método ou varia consoante o momento?
FC: Varia entre dois métodos, penso eu. Ou escrevo primeiro a letra e depois faço a musica ou componho primeiro a musica e depois sai a letra.


EM:O que consta do percurso profissional/académico do Joaquim Chaves para além dos «alter-egos» musicais?
FC: Licenciei-me em gestão de empresas e trabalho em marketing.
EM :Que nomes colocavas no teu "Festival Ideal"? (Vivos ou não)
FC: Robert Johnson; Jimi Hendrix; Ali Farka Touré; The Black Keys; The Racounteurs; The Cat Empire; Beck; Tomatito (para começo de noite a comer umas tapas); Sublime; Ramones




















EM:
Quando olhas para ti consegues dizer: "este vai ser o meu plano de carreira", ou entendes a criação sobretudo como fruição?
FC:
este é o meu plano de carreira.

EM: Por onde vais andar nos próximos tempos? Onde é que as pessoas te podem ver?
FC:
Queima das fitas Lisboa: 13 Maio
Queima das fitas Algarve: 14 Maio
Estoril Surf Music Billabong Girls: 9 Junho
Eco Festival "Salva a Terra" (Salvaterra de Magos): 11 Junho
OutJazz: 24 Junho (Jardim do Principe Real)
Arrifana Sunset Fest: 31 Julho (Arrifana)
 

Wednesday, May 11, 2011

[30 anos depois] Bob Marley ( 6 de fevereiro de 1945 — 11 de maio de 1981)
















No dia 11 de Maio de 1981 falecia o maior nome de sempre do Reggae. E, trinta anos depois, o legado de Bob Marley permanece intocável, e todos os dias novos fãs são tocados pelo poder da palavra e do ritmo contagiante do jamaicano. Uma legenda que será sempre recordada e louvada!




[New Download] Adele & Jamie XX vs Cecile, Mr Lexx, Timberlee - 'Rolling in the Heat' (The Heatwave Refix)
















O londrino The Heatwave fez um Refix do remix de Jamie XX para «Rolling in the Deep» de Adele. O resultado é este e está disponível para download AQUI!

Monday, May 09, 2011

[New Album] Seryn - This Is Where We Are



















Por vezes as melhores descobertas e as maiores e mais encantadoras surpresas surgem do nada. Quando menos se espera, somos tocados por um conjunto de sons que nos arrebata e que nos faz pensar: (pelo menos durante alguns momentos) isto é excelente! Momentos desses, mesmo para qualquer melómano que se preze, são invariavelmente raros e tão mais preciosos quanto seja a quantidade de novos sons que todos os dias vão sendo apresentados aos ouvidos do mesmo.




Os Seryn, pequena banda de Denton, no Texas são o motivo de tais palavras. O seu álbum de estreia «This Is Where We Are» é um dos melhores álbuns de estreia que o Eclectismo Musical já teve oportunidade de ouvir e, pelos relatos que chegam, têm tudo para se vir a tornar grandes, já que, foram quase unanimemente considerados pela crítica, como um dos melhores momentos do recente SXSW (South By Southwest).

















Movendo-se entre os universos do folk e do indie pop, entre uns Fleet Foxes e uns Arcade Fire pré-Funeral, os Seryn apresentam uma excelente sonoridade capaz de nos transportar para a América profunda, ou para qualquer canto deste mundo onde exista: Paz, um por-do-sol, um lareira e um bom copo de vinho!


Uma particularidade interessante no som dos Seryn é o facto de, cada um dos cinco elementos da banda, quer seja, na composição dos temas, nas guitarras, no ukulele, no acordeão, no baixo, na viola, banjo, percussões ou na voz, assumir a mesma importância na banda e no encantador e cristalino som que produzem.



Se quiserem conhecer mais sobre os Seryn e sobre o álbum «This Is Where We Are» está disponível aqui, um podcast com comentários dos membros da banda, track-by-track!



Wednesday, May 04, 2011

[New Album] Fleet Foxes - Helplessness Blues




















Ainda que, «os mistérios da Internet» tenham antecipado o momento a partir do qual foi possível conhecer o novo álbum dos Fleet Foxes, a verdade é que está, a partir de ontem, disponível nas lojas (físicas ou não) o tão aguardado «Helplessness Blues», segundo álbum de originais dos Fleet Foxes. (disponível para audição aqui!)

Três anos depois do fenómeno em que se transformou o álbum de estreia, considerado por muitas revistas da especialidade como o melhor álbum de 2008, os Fleet Foxes regressam com um álbum sobre a "luta entre quem és e quem gostarias de ser" e sobre como, apenas com 25 anos, Robin Pecknold gostaria de fazer uma obra prima. 



Mas, «Helplessness Blues» apresenta aquele espaço incalculável entre os nossos desejos e aquilo que, efectivamente conseguimos, num determinado momento, realizar. Gravado ao longo de um ano, colheu inspiração, segundo o vocalista Robin Pecknold, no som da guitarra de 12 cordas do cantor folk britânico Roy Harper e no "hipnotismo" do histórico «Astral Weeks» de Van Morrison.

E este é, depois do estrondoso e inesperado sucesso do álbum de estreia, um álbum em que Robin se vê perante o enorme desafio de fazer: melhor, de se superar e de dar ao mundo uma obra prima inigualável. Crescer não é simples e a perfeição não existe.


O que encanta neste álbum dos Fleet Foxes é a sensação, de que, pese embora, se tente alcançar a perfeição e ultrapassar as limitações naturais, Robin e companhia aceitam poderem não saber muito bem para onde vão e que caminho seguir, mas sem que isso retire mérito ou brilhantismo ao trabalho apresentado. O reconhecimento do sentimento de se poder andar um pouco perdido, mais não é, do que a imagem reflectida dos ouvintes.

A genialidade muitas vezes manifesta-se precisamente nas coisas mais simples, na desconstrução da complexidade latente e no encantamento provocado pelas emoções singelas, inocentes mas profundamente verdadeiras. Neste álbum, pese embora se verifique um reforço da complexidade sonora em alguns temas, continua a sobressair o doce encanto das vozes suaves e penetrantes de Robin.



Tal como o disco de estreia, este disco continua a vaguear pelo folk rock e pop psicadélico dos anos 60 e 70, tendo como referências comunicadas: Peter Paul & Mary, John Jacob Niles, Bob Dylan, The Byrds, Neil Young, CSN, Judee Sill, Ennio Morricone, West Coast Pop Art Experimental Band, The Zombies, SMiLE-era Brian Wilson, Roy Harper, Van Morrison, John Fahey, Robbie Basho, The Trees Community, Duncan Browne, the Electric Prunes, Trees, Pete Seeger, and Sagittarius.

Este é assim um álbum que provavelmente não causará o efeito surpresa do seu antecessor e, como tal, não alcançará o patamar de "a nova melhor música dos últimos quinze dias" tão apreciada por todos os que vivem da incessante procura de coisas novas. Mas, será sempre, o álbum de afirmação da capacidade dos Fleet Foxes em fazer grandes canções que ficarão sempre disponíveis para audições demoradas.




Vão estrear-se em Portugal no dia 8 de Julho no Palco Super Bock do Festival Optimus Alive!'11.

Monday, May 02, 2011

[New Album] The Weeknd - House of balloons





















O mistério é grande, as teorias da conspiração enormes mas, seja quem for que está por detrás do álbum (mixtape, EP, o que quiserem chamar), a verdade é que este é um dos mais interessantes álbuns de 2011. Supostamente, o autor de «House Of Balloons» (disponível para download legal aqui: http://www.the-weeknd.com/TheWeeknd_HouseOfBalloons.zip) é Abel Tesfaye um cantor de R&B de Toronto. Viciante!